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FLOR DO CARIBE - Capítulo 26/01 TERÇA – Resumo da novela Flor do Caribe hoje completo 2021

Maria Adilha se assusta com o que Guiomar disse, ela se vira para a mulher e fala horrorizada: “Dona Guiomar, eu não quero nada de Dionísio pra Candinho, nem dinheiro, nem herança, nem nada”. Guiomar responde: “É um direito dele, Maria Adilha! Ele já teve a infelicidade de ter nascido desse velho, agora, negar a ele os benefícios materiais a que faz jus? É justamente fazer o jogo do Dionísio, é imoral”. Guiomar continua tentando abrir os olhos de Maria Adilha, enquanto isso, no aeroporto de Natal, Hélio acredita que vai dar tudo certo para a sua fuga do Brasil, mas o que o pilantra não imagina, é que, na verdade, está caindo em uma armadilha muito bem calculada dos tenentes.

No sítio, Maria Adilha tenta explicar a Guiomar que o seu intuito não é pegar os bens de Dionísio, a mulher fala: “Isso tudo não importa, eu quero ver o meu filho em segurança, livre pra viver. A senhora prometeu pra mim que não ia mais mexer nesse vespeiro, dona Guiomar”. Guiomar responde: “O que eu prometo, é não fazer nada que possa arriscar a vida do Candinho, mas eu vou tomar as providências para reconhecer ele com filho e herdeiro legítimo do Dionísio. Maria Adilha, não tenha medo, quem vai tremer nas bases, logo logo, é o Dionísio. Ele não vai ter tempo de fazer nada contra o Dionísio, sabe por quê? Porque eu vou agir na surdina pra provar a paternidade do Candinho, o Dionísio não vai nem desconfiar. E, quando a bomba explodir, vai ser tarde demais para ele espernear, e a única alternativa dele, será ele dar o sobrenome dele ao Candinho, e a parte que lhe cabe do Império dos Albuquerque”.

Maria Adilha seca suas lágrimas e diz: “Dona Guiomar, eu nunca quis nada desse homem, nunca! Eu nunca aceitei um alfinete dele, nada! Pra mim e pra minha mãe, o dinheiro de Dionísio Albuquerque fede! E eu não quero isso pra minha alma, eu quero continuar com a minha alma limpa”. Guiomar responde: “Maria Adilha, eu entendo perfeitamente e admiro muito a sua dignidade e de dona Veridiana, mas não é privando o Candinho do que lhe pertence por direito, que você estará exercendo a sua virtude, Maria Adilha! O Candinho é um menino que precisará de cuidado a vida inteira, e você e sua mãe não são eternas, e quem garante que amanhã, ou depois, os irmãos tenham condições de arcar com ele? Você acha justo negar a fortuna que ele direito?”. Maria Adilha responde: “Se eu contar isso pra minha mãe, eu nem sei o que ela será capaz de fazer”. Guiomar fala: “Não conte nada a dona Verdiana por enquanto, deixa que eu tomo as providências, sem alarde, como que te prometi”. 

Na rua, a caminho do aeroporto, os tenentes se apressam para capturar Hélio antes que ele embarque no avião. No jipe, Cassiano diz: “Vamos embora, Rodrigo! Acelera porque o cara deve estar quase embarcando já!”. Ciro diz: “É, Rodrigo, está quase na hora do vôo, vamos logo aí”. Amadeu diz: “Também, quem mandou pegar essa lista tarde, né?”. Izabel se irrita e pergunta ironicamente: “Tá achando que é fácil sair rastreando tudo quando é lista de passageiro? Eu só vou considerar porque você está nervoso”. Amadeu responde: “Eu não estou nervoso!”. Cassiano fala: “Rodrigo, se você continuar dirigindo assim, o cara vai fugir!”. Rodrigo responde: “Cassiano, só se eu passar por cima desses carros”.

Enquanto isso, dentro do aeroporto, Hélio anda desconfiado, o rapaz está com frio na barriga e sente que, a qualquer momento, poderá ser pega e levado a um presídio, mas, mesmo assim, o rapaz continua com o plano e acredita fielmente que está sendo guiado por Dionísio Albuquerque, Hélio então vai até o guichê e a funcionária diz: “Boa tarde, documentos, por favor”. Hélio entrega seu passaporte junto com o seu documento. A mulher então olha os documentos e confere na lista do avião se o nome do pilantra está constando lá. A mulher então confere o nome de “Flávio Alcântara Botelho”. Então ela pergunta: “O senhor tem bagagem?”. Hélio coloca as malas na plataforma. A funcionária entrega o bilhete de embarque e fala: “O senhor pode esperar na sala VIP depois de passar na Polícia Federal. Boa viagem!”. Hélio fica aliviado, abre um sorriso e diz: “Muito obrigado!”.

Hélio chega na Polícia na Federal nervoso com a situação, o agente da Polícia Federal fala: “Próximo!”. Então Hélio percebe que é a sua vez e se aproxima do guichê. O agente diz: “O seu passaporte, por favor”. Hélio entrega o documento em silêncio e observa a situação. O agente abre o passaporte e começa a olhar cada detalhe, ele pergunta: “Flávio Alcântara Botelho?”. Hélio acha esquisito e pergunta: “Como?”. O agente fala: “Seu nome não é Flávio Alcântara Botelho?”. Hélio tenta disfarçar e fala: “Sim, é Flávio”. Então o agente percebe que tem algo de errado acontecendo e pede: “Deixa eu ver o seu documento de identidade, por favor”. Hélio fica cada vez mais nervoso, então ele entrega o seu RG falso para o agente. O homem da Polícia Federal, começa a observar o documento e a tela do computador, ele chama um colega agente e pede para olhar o documento também, Hélio sente que eles perceberam que seus documentos não são verdadeiros, o pilantra tenta disfarçar e pergunta: “Algum problema?”. O agente não responde e Hélio fica cada vez mais nervoso, de repente, alguém faz uma chamada no microfone, então Hélio diz: “Por favor, meu voo está na chamada final para o embarque”. O agente responde: “Só um momento, por favor”. Hélio engole seco e após um tempo ele fala: “Por favor, eu vou perder o meu voo”. O agente entrega os documentos e diz: “Me desculpa, seu Flávio! Teve uma pequena confusão em relação aos seus documentos, mas está tudo bem agora, o senhor pode seguir viagem”. 

Hélio pega os documentos de volta, e segue em direção ao embarque, o rapaz caminha pelo aeroporto com um sorriso gigante no rosto, ele acredita que conseguiu fazer todos de trouxa, inclusive a polícia, mas o que o pilantra não espera, é que está, cada vez mais, se afundando em uma armadilha que não tem fundo. Hélio chega até a porta do avião, vira para a aeromoça e pergunta: “Primeira classe?”. Ela aponta e diz: “É por alí, por favor”. Hélio então guarda a sua bagagem, se senta na sua poltrona, e abre um sorriso relaxadamente. A aeromoça se aproxima e pergunta: “Aceita champagne, senhor?”. Hélio diz: “Com licença”. Ele pega a garrafa, lê o rótulo e diz: “Francesa? Que ótimo!”. A aeromoça então serve o champagne e o pilantra pergunta: “O caviar é russo?”. A funcionária responde: “Sim, senhor!”. Ele responde: ainda bem, muito obrigado”. A aeromoça então se afasta, após um tempo, ela volta com o caviar, Hélio levanta a taça e diz: “Um brinde a vida nova!”. A funcionária abre um sorriso e sai de perto, ela diz: “Com licença”. Hélio então começa a imaginar como será a sua nova vida longe do Brasil e de qualquer coisa que possa colocá-lo na cadeia.

Enquanto isso, dentro do aeroporto, os tenentes chegam acompanhados de Cassiano e de agentes da Polícia Federal. Ciro diz: “Eu vou verificar a situação do voo junto à companhia”. Cassiano fala: “Tá certo, eu vou até a polícia e vou procurar na área VIP, ele deve estar esperando o voo lá”. Rodrigo diz: “Eu vou com você, Cassiano, eles não vão deixar você entrar sozinho”. Cassiano diz: “Vamos fazer o seguinte. Izabel, vai pra torre e tenta ver o que você pode fazer lá”. A tenente responde: “Tudo bem, vou agora mesmo”. Cassiano diz: “Amadeu, tenta entrar na pista”. O rapaz responde: “É o que eu vou fazer”. 

Os tentes partem para fazer o que fora combinado, eles agem depressa, mas, cada vez mais, o tempo vai passando e se esgotando. De repente, a porta do avião é selada, Ciro observa a cena, pega o rádio e diz: “Cassiano, vai depressa, o avião fechou a porta e logo ele vai começar a taxiar na pista. Eu, daqui de cima, não consigo chegar lá, eu vou dar a volta, tudo bem?”. Cassiano responde enquanto tira todos tudo da frente dele, ele fala: “Ciro, seguinte, a gente vai entrar nesse avião na marra, entendido?”. Cassiano respira fundo e pergunta: “Amadeu, está tudo certo?”. O tenente Amadeu responde: “Eu estou tentando entrar na pista. Estou com dificuldades”. Cassiano fala: “Faz o seguinte, tenta a entrada dos funcionários, se tiver que quebrar alguma barreira, quebra!”. Enquanto isso, na pista, o avião fecha as portas e começa a se movimentar pela pista. Rodrigo e Cassiano chegam na Polícia Federal, e Rodrigo fala: “Eu sou tenente da aeronáutica, e tem uma pessoa com documentos falsos, e uma quantia significativa de dinheiro dentro desse avião que vai decolar agora, eu preciso muito chegar até esse avião”. O agente da polícia responde: “Desculpa, tenente, mas o avião já está taxiando na pista”. Os tenentes ficam aflitos com a informação, Cassiano pega o rádio e tenta entrar em contato com Izabel, que está na torre, mas não consegue. Ele diz: “Izabel, corre até a torre e manda abortara decolagem, Izabel?”. Rodrigo e Cassiano então saem correndo para a pista.

O jipe dos tenentes corre até o avião junto de várias viaturas da Polícia Federal, eles atentam alcançar o avião que já está em movimento, Cassiano diz: “Ali, Amadeu, é aquele avião, corre!”. Ciro pergunta: “Ninguém conseguiu falar com a Izabel ainda?”. Cassiano diz: “Não, eu não consegui! Corre, vai!”. Ciro grita: “Tenta de novo, Cassiano a Izabel tem que mandar parar aquele avião!”. De repente, na torre, o funcionário chama o piloto pelo rádio e diz: “Atenção, abortar decolagem, abortar decolagem!”. O avião então para de se movimentar pela pista. O agente Lira entra na aeronave e Hélio se assusta ao vê-lo o rapaz percebe que perdeu o jogo, o agente então olha nos olhos do pilantra e fala: “Fim da linha, Hélio da Silva, você está preso!”. Lira vira para seu companheiro e diz: “Pode algemá-lo”. Hélio então desce do avião encarando os tenentes, ele elevado algemado até uma viatura da Polícia Federal.

Hélio chega algemado na delegacia acompanhado dos tenentes e de Cassiano, o policial o puxa pelos braços e fala: “Por aqui, vamos logo!”. Hélio grita: “Eu quero falar com o delegado”. O policial responde: “Depois! Você vai ter muito tempo para falar com ele”. Hélio então é abordado com vários flash e vários repórteres. Rodrigo fala: “Agora acabou pra ele, equipe Alfa! Vamos, está na hora da gente ir embora” Cassiano diz: “Vocês me esperam? Eu preciso conversar com o delegado”. Os tenentes aguardam Cassiano, enquanto isso, o pilantra é levado até a cela. Ele entra e o policial a fecha. Então Hélio coloca seus braços para fora e o policial tira suas algemas. Hélio se vira para trás e vê outros homens juntos dele na cela e se assusta com a cena.

Enquanto isso, no Grupo Albuquerque, Yvete entra na sala de seu chefe e diz: “Alberto, tem um policial aí fora que quer te entregar uma intimação”. Alberto responde: “Manda ele entrar”. Yvete então autoriza a entrada do policial. Ele entra entrega a intimação para Alberto, o vilão a lê e se mantém em silêncio, Yvete observa a cena preocupada, Alberto então assina a intimação, entrega para o policial o não diz nada. O policial vai embora e Yvete percebe, pela cara de seu patrão, que não terá uma notícia boa. A secretária da presidência do Grupo Albuquerque prepara sua mente para os gritos que irá ouvir, então Alberto fala: “Que bela informante que você é, hein, Yvete! Me disse que a polícia não iria me chamar para depor naquela história da mina”. Yvete interrompe e explica desesperadamente: “Mas, Alberto, eu ouvi o Cassiano dizendo que”. Alberto então perde a paciência, interrompe sua secretária e fala: “É, mas você ouviu errado. Você ouviu errado porque eu vou ter que depor, e o pior, irei depor como suspeito principal de ter estourado a porcaria da mina”. Yvete se mantém em silêncio, ela abaixa a cabeça e então diz: “Com licença”. Alberto perde a paciência ainda mais e grita: “Vai embora, anda logo de uma vez!”. 

Mais tarde, na delegacia, Alberto chega acompanhado de seu advogado Eric, eles entram na sala do delegado, se sentam e o advogado diz ao delegado: “Eu gostaria de entender, doutor, o porque o meu cliente está sendo chamado para depor em um inquérito que não lhe diz respeito”. O delegado responde: “Doutor Eric, o senhor Cassiano Soares é o representante legal da mina, e também a principal vítima da explosão”. O senhor Cassiano nos informou que seus funcionários são ex-empregados do Grupo Albuquerque, por conta disso eu considerei importante ouvir o senhor Alberto”. Eric fala: “Doutor, o senhor sabe que o meu cliente está processando o senhor Cassiano por lesão corporal. O meu cliente, na verdade, é que é vítima desse senhor instável e violento”. O advogado abre a pasta e diz: “Eu tenho aqui comigo o registro de ocorrência e a cópia”. O advogado fala: “Doutor Eric, eu conheço esses documentos”. O advogado recolhe a pasta e diz: “Tudo bem”.

O delegado então se vira para Alberto e diz: “Senhor Alberto, eu vou direto ao ponto! O senhor teria algum motivo para tentar tirar a vida do seu Cassiano Soares?”. Alberto respira fundo, o advogado olha para ele enquanto o delegado observa todos os seus passos. Alberto engole seco e responde: “Absolutamente motivo nenhum”. O delegado se mantém em silêncio e então Eric pergunta: “Satisfeito, delegado? Será que podemos ir?”. O delegado responde: “Ok. Os senhores estão dispensados”. Eles se levantam e o delegado fala: “Só um minuto, senhor Alberto, se o senhor se lembrar de alguma coisa, ou tiver qualquer informação, que possa nos ajudar a solucionar essa tentativa de homicídio contra o senhor Cassiano Soares, por favor, me procure”. Alberto abre um sorriso e diz: “Claro, conte comigo, vai ser um prazer poder ajudar”.

Alberto e seu advogado saem da sala do delegado e entram Hélio algemado esperando interrogatório, eles se surpreendem, Alberto arregala os olhos, dá risada e diz: “Ora, ora, ora, mas que novidade é essa agora? Você sabia disso, Eric? O bonitão aí resolveu usar pulseirinha nova”. Alberto se aproxima de Hélio e cochicha: “Os seus colegas de cela vão gostar”. Hélio então tenta avançar em cima de Alberto, mas não conseguem, os policiais o seguram firmemente, Alberto tira sarro e fala: “Segura ele, segura ele!”. 

Hélio então entra na sala do delegado, os policia tiram a algema dele, e o doutor diz: “Senta aí, rapaz!”. Hélio se senta e o delgado entra o telefone para ele e diz: “Toma, pega esse telefone e liga para o seu advogado! Ou então liga para algum membro da sua família para que possam entrar em contato com ele”. Hélio fica com os seus olhos cheios de lágrimas e implora: “Não, a minha família não, seu delegado, por favor. Eu não quero que eles me vejam nessa situação, eles nem precisam saber, depois eu digo que eu fui viajar e que eu não tive tempo de avisar”. O delegado respira fundo e fala: “Hélio da Silva, certo?”. O pilantra responde: “Sim, senhor!”. O delegado diz: “Você não me pediu, mas eu vou te dar um conselho, pega esse telefone e manda alguém ligar para algum advogado pra você, seus pais não vão acreditar que você fez uma viagem assim tão longa, sem dar notícias. Até porque essa sua viagem pode durar até dez anos”. 

Enquanto isso, na Vila dos ventos, Bibiana fecha a cara ao ver Alberto se aproximando de seu quiosque. O vilão encosta seu carro e Bibiana fica parada com a cabeça erguida. Alberto desce do carro acompanhado de Eric. Bibiana olha no fundo dos olhos dele e diz: “Desculpa, mas eu não abri ainda, só mais tarde”. Alberto responde: “Calma, minha querida Bibiana.” Ele pega a mão da mulher, dá um beijo, Bibiana então tira a sua mão violentamente e Alberto fala: “Eu não vim aqui para provar a sua deliciosa casquinha de siri, mas para oferecer o empréstimo de um excelente advogado, no caso o doutor Eric”. Bibiana pergunta: “Advogado?”. Alberto responde: “Sim, para o Hélio, evidente, a não ser que a senhora prefira deixar o seu filho preso. Se bem que, ele deve estar precisando de uma lição”.  





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