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FLOR DO CARIBE - Capítulo 27/01 QUARTA – Resumo da novela Flor do Caribe hoje completo 2021

Bibiana fica transtornada com a provocação de Alberto, após dizer a dona do quiosque que o filho dela está preso. Alberto dá um sorriso e sai caminhando com Eric seu advogado. Marize e Lipe chegam da escola acompanhados de sua professora. Eles dizem a mãe que irão almoçar no quiosque, Bibiana então pede a Marizé que cuide do restaurante e que ela precisa fazer uma coisa, Bibiana então corre até a mansão e faz algo que todo mundo naquela vila tem vontade de fazer. Ela vai invadir a mansão pra socar a cara do Dionísio e vai meter tapas na cara do Alberto com toda força. O público vai a loucura com essa cena.

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Na Mansão Albuquerque, Zuleica assiste uma reportagem ao vivo sobre Hélio, a repórter diz: “Uma operação espetacular, que envolveu a Polícia Federal e os tenentes da FAB, Hélio da Silva, autor confesso de sequestro e tentativa de assassinato contra Samuel Schneider, foi preso enquanto tentava sair do país usando uma identidade falsa”. Zuleica comenta consigo mesma: “Bem feito, cafajeste!”. De repente, Dionísio aparece gritando: “Zuleica!”. A moça se assusta e fala: “Seu Dionísio, me desculpa, eu não vi o senhor entrando”. O velho fala: “Que beleza hein, dona Zuleica. Eu estou aos berros há horas chamando você para servir meu chá com biscoitos, e você aqui na cozinha assistindo telenovela mexicana pelo celular na hora do expediente”. Zuleica então responde: “Não era novela não, seu Dionísio. era o noticiário local, estavam falando do Hélio, o senhor já soube? Ele foi preso dentro do avião quando tentava fugir do Brasil”. Dionísio se assusta e quase cai da cadeira, ele pergunta: “O que foi que você falou, Zuleica? O Hélio foi preso?”. Zuleica responde: “Foi isso mesmo”. Dionísio sai da cozinha gritando irado: “Era só o que me faltava”. Zuleica então fala pra si mesma: “Ainda quer seu chazinho com biscoito, Matusalém de Ridinhas?”.

De repente, Bibiana entra na sala da mansão com sangue nos olhos, ela grita: “Aonde está o Dionísio? Cadê o rei? Cadê o imperador? Cadê o ditador dessa casa? Cadê o homem que manda e desmanda na vida de todo mundo?”. Zuleica entra na frente da mulher e fala: “Calma, dona Bibiana, não vai fazer besteira, se acalma!”. Bibiana grita: “Me deixa passar, Zuleica! Não se meta nisso!”. Dionísio vai até a sala e grita extremamente bravo: “Que gritaria é essa aqui na minha casa? Posso saber?”. Bibiana responde com a mão no peito: “Sou eu, uma mãe em desespero!”. Dionísio pergunta: “E o que é que eu tenho a ver com isso?”. Ela grita: “Tudo! Se você não sabe, eu sou a mãe do Hélio. O jovem cheio de ilusões que você usou, manipulou e fez crescer nele uma ambição absurda, a ponto dele assumir um crime que foi cometido por você!”. 

Dionísio arregala os olhos e grita: “O que é isso, mulher? Você está me acusando de uma coisa muito grave, de cometer um crime! Eu posso processá-la por isso”. Bibiana responde: “Processe! Faça o que quiser comigo, porque nada vai me doer mais do que isso que você está fazendo com o meu filho!”. Bibiana então avança em Dionísio gritando: “Você acabou com a vida do Hélio, seu velho desgraçado”. Alberto entra na frente, segura Bibiana e grita: “O que é? Tá pensando que está aonde? Logo se vê da onde que veio a educação daquele merda do seu filho”. Bibiana então não aguenta o desaforo, ela levanta a sua mão e afunda na cara de Alberto. Ela diz: “Mau-caráter! Bando de monstros!”. Bibiana vira as costas e sai andando, Dionísio então diz: “Zuleica, essa mulher estava fedendo a peixe frito, ela empesteou a minha casa com esse cheiro, desinfete essa sala inteira para fazer sumir daqui essa catinga que ela espalhou pela casa toda”. Zuleica então enche seus olhos de lágrimas e faz o que seu patrão mandou.

Após a confusão, Dionísio liga para Castro e fala: “Alô, Castro? Você está dormindo ou o quê? Eu quero lhe falar sobre o Hélio, eu acabei de saber o que aconteceu com ele, pela minha empregada, você nem foi capaz de me avisar, não me venha com desculpas esfarrapadas, você tinha que ter me avisado disso imediatamente, assim que ele foi capturado”. Castro responde: “Eu estava fora do estado, seu Dionísio, em Maceió. Cheguei agora pouco, eu também fui pego de surpresa com a notícia. Eu estava certo de que o babaca tinha conseguido se mandar do país, ele até conseguiu a documentação falsa, mas deu no que deu, né?”. Dionísio fala: “Eu não estou dando a mínima para essa burrada que o Hélio acabou de cometer, preste bem atenção, nós não temos tempo a perder, e o meu medo, você sabe muito bem qual é”. Castro responde: “Eu sei, é ele voltar atrás e dar com a língua nos dentes”. Dionísio fala: “Isso não pode acontecer em hipótese algum! Você vai fazer o seguinte, procure esse idiota imediatamente, como advogado eu acho que você deve ter pleno acesso a ele, eu suponho”.

Castro então pergunta: “Qual é a oferta dessa vez, seu Dionísio?”. O Matusalém responde: “Dez por cento acima do combinado para ele manter a história que ele contou quando se entregou à polícia”. Castro responde: “Um milhão a mais, portanto?”. Dionísio fala: “Exatamente! E você, com essa sua lábia de advogado, você vai convencê-lo a manter o nosso acordo”. Castro fala: “Eu vou tentar, seu Dionísio”. Dionísio grita: “Como tentar, Castro? Tentar não!”. O advogado responde: “Seu Dionísio, eu não posso garantir nada, o rapaz tem crista de galo, mas é um fracote, agora então, deve estar assustado que nem rato que caiu na ratoeira, é bem capaz de ele não aguentar a barra na cadeia, e jogar o acordo pro alto pra livrar a cara, entendeu?”. Dionísio então ameaça: “Então você vai dizer mais isso a ele, que se ele não quiser esse acordo, já sabe, ele não será mais um homem vivo, o nosso acordo não tem mais volta!”.

Castro então chega na delegacia para falar com Hélio, os dois vão para uma sala privativa e o pilantra diz: “Eu estou assustado, Castro, a minha cabeça está rodando, quando eu penso que a essa hora eu poderia estar desembarcando em Lisboa, livre e cheio da grana, e me lembro que estou preso nesse xadrez, eu fico louco”. Castro responde: “Agora é tarde para voltar atrás, eu sinto muito”. Hélio então responde: “Não se eu falar a verdade, toda a verdade, Castro”. O advogado responde: “Você vai entrar em cana do mesmo jeito! Com uma pena um pouco menor, por formação de quadrilha, mas, quando sair daqui, amanhã ou depois, além de ter sua ficha carimbada para sempre como ex-presidiário, você não vai ter aqueles dez milhões te esperando, aliás, dez não, onze milhões”. Hélio acha esquisito e pergunta: “Onze milhões?”. Castro responde: “O seu Dionísio tem muita consideração por você, rapaz. Ele resolver te dar um bônus como um estímulo, entende? Você mesmo me disse, outro dia, que não iria querer morrer na praia, Hélio”. Hélio se empolga, abre um sorriso e diz: “Eu não vou! Pode falar para o Dionísio que, da minha parte, continua tudo mantido”. O advogado se alegra e responde: “Você é um cara inteligente, com visão de futuro, um vencedor!”.

Enquanto isso, no escritório da Mansão Albuquerque, Dionísio toma um copo de água para se acalmar, Alberto anda de um lado para o outro e diz: “E o senhor ainda vem me dizer que eu boto os pés pelas mãos, não é? Sou eu quem toma as decisões desastrosas?”. Dionísio engole a água e responde: “Esse não é momento, você não viu o estado de nervo que eu estou?”. Alberto responde: “Se o senhor tivesse confiado a mim essa tarefa, nós não estaríamos passando por isso agora, mas não, resolveu confiar naquele idiota do Hélio. E o pior é que não é somente o seu pescoço que está em perigo, o meu também está! Porque se aquele imbecil resolver dar com a língua nos dentes, nós dois estamos fritos, sabia?”. Dionísio então grita: “Chega!”. Alberto fica irritado e grita mais alto: “Que chega? Que chega, vô? Você está maluco?”.

Alberto se aproxima de seu avô, olha nos olhos dele e diz: “Presta atenção, se o Hélio resolver voltar atrás desse acordo de vocês dois, se ele resolver abrir que o senhor é o mandante do atentado contra o seu Samuel, sabe quais serão as suas chances, seu Dionísio? nenhuma! porque aí, meu avô, tanto o Cassiano, quanto os tenentes, quanto a própria Ester, eles vão cair matando, eles vão virar essa história do avesso até descobrir que o senhor é o mandante, e aí, meu avô, não conte comigo. Eu não vou poder estar do seu lado segurando a sua mão porque eu vou estar ocupado demais tentando salvar a empresa, tentando explicar para os acionistas que, infelizmente, já não é mais o mesmo e o senhor não tem condições de ser responsável pelos seus atos, que a esclerose chegou, aliás, ela já chegou faz tempo, né?”. Dionísio fica sem ar ao perceber que perdeu o paio de seu próprio neto, ele diz: “É esse o apoio que eu devo esperar de você?”. Alberto responde: “O senhor não preferiu o apoio do Hélio? Se vira!”. Dionísio diz: “Eu não posso acreditar que você esteja sendo tão cruel comigo, eu nunca esperei ouvir isso de você, Alberto, você me magoou profundamente”. Alberto dá uma risada irônica e responde: “Por favor, no meu lugar, o senhor faria muito pior, afinal de contas, em matéria de igualdade, você é imbatível”. 

Mais tarde, na casa dos pais de Ester, todos sentem falta de Samuel, Lindaura pergunta: “Cadê o Samuel hein?”. A neta de Manolo responde: “Eu não faço a mínima ideia, Lindaura”. Lindaura diz: “Meu Deus do céu, aonde é que está esse homem agora?”. Samuel então está em um lugar onde ninguém imagina, ele vai até a delegacia conversar com Hélio, os dois ficam em sala privada e Samuel diz: “Nós precisamos muito conversar, Hélio”. O policial fala: “O delegado autorizou cinco minutos”. Ele se retira da sala deixando Hélio e Samuel a sós, Hélio se senta e pergunta: “O que o senhor veio fazer aqui?”. Samuel responde: “Eu vim aqui apelar pelo seu bom senso, Hélio. Eu venho de uma família que valoriza muito o estudo, mas, infelizmente, por causa da guerra, eu fui impedido de estudar. Apesar disso, Hélio, uma coisa que eu acho que a vida me ensinou, é conhecer o coração humano”. 

Samuel enche seus olhos de lágrimas e fala: “Eu te carreguei no colo, menino! Eu te vi crescer! O som da sua risada pra cima e pra baixo naquela sua bicicleta vermelha, eu me lembro até hoje, você passou na frente da minha casa gritando e acenando “Obrigado, seu Samuel”. Hélio se emociona, ele fica com seus olhos cheios de lágrimas e Samuel continua falando: “Claro que aquele menino nunca iria querer tirar a minha vida, eu sei disso! Olha pra mim, Hélio, por que você não diz a verdade? Toda a verdade? Por que você não diz o nome de quem realmente arquitetou para tirar a minha vida?”. Hélio engole seco e diz: “Eu nunca quis acabar com a sua vida, seu Samuel”. Samuel abre um sorriso e fala: “Eu sei disso, meu filho!”. Hélio continua falando: “Essa foi a única maneira que eu encontrei para atingir o Alberto, se o meu plano estivesse dado certo, a essa hora ele estaria aqui, atrás das grades”.

Samuel fica decepcionado com Hélio e fala: “Meu filho”. Hélio interrompe e implora: “Me desculpa? Me desculpa, seu Samuel, eu estava cego de ambição, eu não deveria ter envolvido o senhor em uma briga entre mim e o Alberto. O que eu fiz foi monstruoso, confesso, mas eu vou pagar por esse crime, esse crime que eu cometi, seu Samuel. A única coisa que eu posso pedir ao senhor é perdão, e dizer para parar de procurar outro culpado porque ele não existe!”. Samuel responde: “Eu entendi”. Hélio fala: “Fui eu, seu Samuel, eu que mandei te sequestrar e acabar com a sua vida. Me perdoa?”. Samuel pensa e responde: “Não é a mim que você tem que pedir perdão, Hélio, é a você mesmo e a tua filha. Monstruoso é você assumir a culpa por algo que você não fez, tudo isso por dinheiro. É a você mesmo que você tem que pedir perdão”. Samuel então chama o policial, ele abre a porta, o pai de Ester se levanta e, antes de passar pela porta, ele diz: “Que Deus tenha piedade de você, Hélio”. O pilantra então fica sozinho e se derruba em lágrimas.

À noite chega e Bibiana vai urgente conversar com o delegado, ela entra na sala dele e diz: “Com licença, seu delegado”. Ele responde: “Pois não, minha senhora?”. Bibiana explica: “Eu sou a mãe do Hélio e preciso falar com o senhor”. O delegado responde: “Pode se sentar, por favor”. Eles se sentam e Bibiana diz: “O meu filho mentiu, seu delegado. Ele assumiu a culpa por um crime que ele não cometeu, tudo em troca de dinheiro, eu não tenho como provar isso que eu estou te dizendo, mas foi assim, se o senhor investigar, o senhor irá chegar ao mandante do crime”. O delegado então diz: “Dona Bibiana, isso que a senhora está me relatando, não é nenhum absurdo aqui para nós. Meu colega da Policia Federal, o agente Lira, tem a mesma suspeita que a senhora”. 

Bibiana respira fundo e fala: “Eu não vim aqui inocentar o meu filho, ele merece ser preso sim, mas por ter prestado falso testemunho e por ter ajudado o Dionísio Albuquerque, mas ele não é o cabeça, e muito menos o assassino que armou o esquema para acabar com a vida do seu Samuel. Meu filho é um menino ambicioso, seu delegado, ele sujou as mãos pelo patrão em troca de um posto de vice-presidente na empresa”. O delegado se aproxima e responde: “Dona Bibiana, nós vamos investigar todos os pontos dessa história. O nosso dever é prender e condenar pessoas pelos crimes que elas cometeram, nós não estamos aqui para cometer nenhuma injustiça, isso eu posso lhe assegurar”. 

Bibana fala: “Eu lhe agraço por ter me ouvido, o senhor sabe que coração de mãe não se engana”. O delegado responde: “Certo, eu sei!”. O profissional sente empatia por Bibiana, ele respira fundo e diz: “Dona Bibiana, o horário de visita já terminou, mas se a senhora quiser ver o seu filho, eu posso dar um jeito”. Bibiana então se lembra do que viveu quando Donato foi preso, a memória vem com tudo em sua mente, ela para se lembrar, respira fundo e diz ao delegado: “Seu delegado, eu não quero ver o meu filho nessas condições, eu vim aqui para contar o que sei e já contei. Eu só quero que o senhor leve em consideração”. A mulher se levanta e se despede do delegado, o rapaz fica sentando e comovido com as palavras da mãe aflita.

À noite chega e o clima está prestes a começara esquentar na Mansão Albuquerque, Ester chega em casa e pergunta para Zuleica como está Laurinha, a babá responde: “Ela está lá na cozinha com a dona Guiomar”. Ester comenta: “Eu quero só ver, deve estar uma bagunça lá”. Ester então sai andando, Zuleica interrompe e diz: “Ester, eu estava me esquecendo, esteve aqui de novo aquele magricelo de barbicha, lembra? Aquele que vive trazendo documentos para vocês assinarem?”. Ester pergunta: “Sei, o oficial de justiça?”. Zuleica responde: “Isso, ele mesmo”. Ester fica aflita, coloca a mão na cabeça e diz: “Ai meu Deus”. Então ela olha para Zuleica e pergunta: “O que esse homem veio fazer aqui agora? Você sabe pra quê era a intimação?”. Zuleica responde: “Não sei, não falei com ele. O Alberto pegou e assinou o documento”. Ester pergunta: “O Alberto tá em casa?”. Zuleica responde: “Ele está no escritório”. 

Ester bate na porta do escritório e pergunta: “Posso entrar?”. Alberto dá uma risada irônica e responde: “Que formalidade é essa agora, meu amor? Com o seu marido ainda? Faça-me o favor, é claro que você pode entrar”. Ester diz: “Ai, Alberto, me poupe” A Zuleica me disse que o oficial de justiça esteve aqui para me entregar”. Alberto interrompe e diz: “Ah, é verdade, ele esteve aqui sim. O coitado traz tantas intimações aqui que eu tô quase oferecendo um quarto pra morar aqui”. Ester ignora e diz: “Soube que uma delas era pra mim”. Alberto responde: “Era! Uma era pra você sim, mas ele não deixou eu assinar no seu nome, burocracia, né? Sabe como é. Quer ver a minha? Elas são iguais, idênticas, aliás. É pra gente comparecer juntos amanhã no mesmo horário e no mesmo local, diante do mesmo juiz”. Ester pergunta: “Pra que?”. Alberto responde: “Pensa um pouquinho, meu amor. Pensa um pouquinho, usa a sua cabeça. Por que um juiz faria uma coisa dessas? Pra dar a sentença, com toda a certeza de que uma mãe relapsa e irresponsável não pode cuidar da própria filha, ou seja, que eu, Alberto, foi ficar com a guarda da Laurinha”.


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