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FLOR DO CARIBE - Capítulo 28/01 QUINTA – Resumo da novela Flor do Caribe hoje completo 2021

Resumo da Novela Flor do Caribe: Ester ouve a provocação de Alberto quando o vilão diz que ele ficará com a guarda da Laurinha, a moça engole seco, respira fundo e responde com toda a calma: “Se eu fosse você eu não teria tanta certeza disso, eu vou ficar com a Laurinha e vou sair dessa casa, de preferência, para nunca mais colocar os pés aqui, Alberto”. Ele pergunta ironicamente: “Embasada em quê você está afirmando isso? Porque eu sei do que estou falando, um juiz normal jamais vai deixar uma mãe irresponsável e relapsa para cuidar da própria filha, aliás, você nunca está em casa para cuidar dela e nem para receber a intimação, então eu sei que o juiz vai enxergar isso. E não, meu amor, a nossa princesa não irá sair de casa não”. Mas o vilão não conta que Ester tem uma carta na manga e que irá usar ela no julgamento, Alberto então verá, com seus próprios olhos, uma pessoa que ele jamais imaginou, depondo contra ele. O Juiz vai ficar impressionado com as coisas que essa testemunha vai dizer.

No escritório da Mansão Albuquerque, Ester e Alberto conversam sobre o futuro de Laurinha, o vilão olha para a moça e fala: “Aqui na mansão é o lugar da Laurinha, aqui que ela vai crescer, e vai receber a melhor educação, se alimentará bem, estudará nos melhores colégios. Eu, se fosse você, já ia me acostumando com a ideia da derrota”. Ester fica de saco cheio, interrompe Alberto e fala: “Chega! Chega, Alberto! Pra que horas está marcada a audiência?”. Alberto responde: “Sabe que assim, de cabeça, eu não lembro? Devo estar com a intimação aqui em algum lugar”. 

Alberto então começa a revirar todos os papéis que estão em sua mesa, ele vai mexendo e dizendo: “Ela deve estar aqui em algum lugar, sabe que eu não tenho noção de onde ela foi parar”. O vilão olha para a moça e fala: “Meu amor, eu não sei onde está, será que você vai ter que faltar também nessa? Seria vergonhoso”. Ester respira fundo, se acalma e responde: “Não precisa se dar o trabalho de procurar não, eu tenho os meus meios de descobrir”. Ester sai andando e deixa Alberto sozinho no escritório, o vilão então pega o papel da intimação, que estava escondido, e começa a ler com um sorriso no rosto, o pilantra tem certeza de que conseguirá a guarda de sua filha, mas ele está enganado, Ester pensa em uma testemunha chave para depor e vai atrás dela mais tarde.

Ester então anda de um lado para o outro na mansão, a moça fica nervosa ao pensar nas testemunhas, ele sabe que, dependendo da pessoa que for ouvida, a guarda de sua filha correrá grandes chances de parar nas mãos de Alberto. Ester vai até a cozinha, encontra Zuleica e chama a moça para conversar, ela diz: “Eu preciso falar com você sobre um assunto delicado”. Zuleica responde: “Pode falar, Ester”. Ester diz: “Vamos sentar aqui”. Elas se sentam e Ester fala: “Eu sei que você está sabendo sobre o processo de guarda da Laurinha”. Zuleica presta atenção, Ester fica envergonhada, respira fundo e continua falando: “Eu não queria te prejudicar, mas eu preciso que”. 

Zuleica então interrompe e moça e dá uma notícia que alegra o coração da mãe desesperada, a babá fala: “Eu vou, Ester. Eu vou testemunhar ao seu favor”. Ester fica desacreditada e pergunta: “O que você disse?”. Zuleica responde: “Mesmo que o Alberto me coloque pra fora daqui com os olhos fervendo, eu só estou pensando na Laurinha, e o melhor pra ela é ficar com você!”. Ester começa a chorar e fala: “Muito obrigada, Zuleica”. A moça responde: “É só me dizer o dia e a hora que eu vou lá e conto para juiz tudo que eu vi acontecer nessa casa”. As moças se abraçam emocionadamente e Ester diz: “Eu não sei nem como te agradecer, Zuleica”. Ela responde: “Não precisa agradecer não”. 

Ester então vai atrás da peça chave para audiência, ela precisa de mais uma testemunha, ela bate na porta do quarto de Guiomar, entra, se senta na cama da mulher e Guiomar percebe que tem algo acontecendo, ela pergunta: “Que carinha é essa, Ester? O que foi que o meu filho aprontou dessa vez”. Ester responde: “Não foi nada não, é que amanhã é a audiência com o juiz para definir a guarda da Laurinha, eu não sei como te falar isso, Guiomar, mas você sabe tudo que está acontecendo com a Laurinha dentro dessa casa, eu sei também que você não quer ir contra o Alberto, contra o seu filho, mas ela é sua neta”. Ester fica apreensiva, respira fundo e diz: “Eu não sei como te falar isso, mas eu preciso que você seja minha testemunha perante o juiz, pra eu não perder a guarda da minha filha, pra eu ficar perto dela”.

Guiomar se levanta da cama, começa a andar de um lado para o outro no quarto, ela mantém silêncio, para em frente a uma janela e fica observando a paisagem, Ester então se sente mal pelo pedido que fez a sua sogra e diz: “Me desculpa, Guiomar, me desculpa pedir para testemunhar contra o seu filho, me perdoa”. Guiomar se vira e diz: “Eu testemunho!”. Ester arregala os olhos e Guiomar diz: “Eu vou falar a verdade ao juiz, eu não sei se isso é ir contra o Alberto, quem sabe não seja ir a favor? Quem sabe ele perder o controle da situação o coloque no caminho correto”. Ester se aproxima e diz com lágrimas nos olhos: “Talvez isso não aconteça, Guiomar. Quando eu sair dessa casa com a Laurinha, o Alberto vai cair, cair de verdade, mesmo assim você tem certeza que vai depor ao meu favor?”. Guiomar pega nas mãos de Ester, olha nos olhos da moça e fala: “Tenho! Eu não conseguiria viver em paz se eu não fizesse o que é certo”. As duas então se abraçam e começam a chorar emocionadamente.

Enquanto isso, no Grupo Albuquerque, Alberto se acelera para correr atrás de suas testemunhas, o vilão chama as suas secretárias em sua sala e diz: “Kátia e Yvete, Yvete e Kátia, lindas, cheirosas, competentes, sorridentes, as melhores secretárias que um pobre empresário como eu poderia pedir a Deus”. Após finalizar os elogios, Alberto pergunta: “Vocês gostam de trabalhar aqui?”. Yvete fala: “Sim”. Kátia responde: “É claro!”. Alberto então fala: “E presumo que vocês queiram continuar”. Yvete fala: “Mas é claro”. Kátia diz: “Com certeza, doutor Alberto”. O patrão então abre um sorriso e diz: “Que bom, porque hoje, ainda hoje, um oficial de justiça vai entregar uma intimação para cada uma de vocês, pra vocês comparecerem perante ao juiz e prestarem depoimento no caso da guarda da Laurinha. Vocês sabem o quanto eu sou um excelente pai, não sabem?”. Kátia pergunta: “Mas”. Alberto interrompe e diz: “Não respondam ainda, antes eu quero dar uma lembrança a vocês”.

Alberto entrega uma caixa para cada uma das moças, elas abrem e se chocam ao verem o que tem dentro, elas veem um colar brilhando, as duas abrem um sorriso enorme e Alberto comenta: “Diamantes! O melhor amigo de uma bela mulher, não é?”. As duas observam o presente e Kátia pergunta: “Isso aqui é de verdade?”. Yvete responde: “É claro que é! Isso é de verdade!”. Kátia se empolga e fala: “Gente, que luxo!”. Alberto observa a felicidade das duas e fala: “Então, meus amores, eu não sou um bom pai quanto sou um bom patrão?”. Yvete responde: “Com certeza”. Kátia fala: “O senhor é o melhor pai do mundo”. Alberto então se senta a abre um sorriso relaxadamente com a certeza que já tem a guarda de sua filha, as testemunhas do vilão topam, a qualquer custo, defender o seu patrão.

Em Natal, o momento da audiência finalmente chega. Ester fica ansiosa, ela sabe que toda a sua felicidade e seu futuro depende da decisão do juiz. Eles se sentam em uma mesa acompanhado de seus advogados, então o juiz dá início a audiência, ele diz: “Uma vez frustrada a tentativa de acordo, eu passo a ouvir agora o depoimento do autor, da ré e das testemunhas”. Então tudo começa, o grande dia finalmente chega e Alberto abre a sua boca e começa a soltar as suas inverdades, ele diz: “Excelência, com todo respeito, eu queria dizer que não admito a convivência da minha filha com o amante da minha esposa, o Cassiano Soares, que é um sujeito com um passado obscuro e violento, suspeito até por contrabando de pedras preciosas”. Ester então fica quieta e ouve tudo o que Alberto tem a dizer, a mulher segura a raiva para não avançar em cima do pilantra, a vez de Ester de falar chega, e ela diz com lágrimas nos olhos: “O pai da minha filha, o Alberto Albuquerque, tem um temperamento muito difícil, tem rompantes de raiva e age com violência todas as vezes em que é contrariado”. Ester continua dando o seu depoimento e Alberto assiste enquanto tenta segurar sua raiva.

As testemunhas de Alberto são chamadas e ouvidas, Kátia fica trêmula e vai dando o seu depoimento e olhando para Alberto pedindo a aprovação de seu patrão, o juiz observa toda a cena e vai tomando notas, Kátia diz: “Eu sempre vi o doutor Alberto ser um pai muito carinhoso”. Kátia continua dando o seu testemunho e o juiz vai percebendo cada detalhe. A vez de Yvete chega, ela se senta na mesa e fala: “O doutor Alberto sempre foi um pai muito preocupado com o bem-estar da Laurinha”. Após Yvete dar o seu depoimento, Alberto fala: “A minha esposa sai de casa de madrugada para se encontrar com o amante dela, muitas das vezes deixando a nossa filha sozinha aos prantos”. Ester ouve tudo e se mantém calma e em silêncio.

A vez de Ester falar chega, então ela diz: “O Alberto quebra objetos, atira contra a parede, chora, grita coisas horríveis, depois se senta no piano e toca uma música”. Chega a vez das testemunhas de Ester darem o seu depoimento, Zuleica é a primeira a ser chamada. A babá se senta na mesa com uma coragem que nunca teve antes, ela olha para o seu patrão e sabe que, a qualquer instante, ela poderá correr grandes riscos depondo contra o seu patrão, mas mesmo assim decide fazer o que é certo, ela olha para o juiz e diz: “A dona Ester é quem cuida de tudo no dia-a-dia da Laurinha”. Ester então fecha seus olhos emocionadamente”. Após Zuleica terminar seu depoimento, o juiz chama a moça que estava em uma entrevista de emprego na mansão quando presenciou um surto de Alberto, ela olha para o juiz e explica: “No meio da entrevista, a dona Ester subiu com uma menina no colo e logo depois nós começamos a ouvir a gritaria do seu Alberto, a gente ouvia a dona Ester pedindo ajuda pra menina voltar a respirar”.

Alberto não vê saída e acaba confessando os seus surtos, ele abaixa a sua cabeça, pensa, a levanta, olha para o juiz e diz: “Os meus rompantes são consequência de um pai desesperado que está vendo a filha ser abandonada pela própria mãe, eu sempre socorri a Laurinha quando ela chorava sentindo falta da mãe, sempre!”. Ester então é ouvida novamente, ela conta sobre um caso em que vivenciou com Laurinha e Alberto, ela conta a história para o juiz e diz: “O Alberto gritava dizendo que não aguentava mais ouvir a Laurinha chorar, ele dizia que alguém tinha que fazer ela parar de chorar”. Após Ester finalizar a sua fala, a última testemunha é chama, Guiomar então entra na sala e choca a todos, inclusive Alberto que pensa que terá mais uma testemunha ao seu favor, mas Guiomar então se senta ao lado de Ester, olha para o juiz e fala: “Quem cuida da minha neta Laurinha, é a minha nora, Ester Schneider”.

A audiência chega ao fim e o juiz dá a sentença, todos prestam atenção na fala da autoridade, o juiz começa a falar: “O lar de uma família deve ser um ambiente onde os pais tem o dever de manter o bom entendimento entre si, para que a criança tenha um desenvolvimento saudável. Toda a criança tem o direito de receber, dos pais, carinho, compreensão, afeto e amor. Isso porto, confiro a guarda unilateral, da menor Laura, a sua mãe Ester Schneider Albuquerque”. 

No dia seguinte, na casa de Cassiano, Taís não aguenta guardar consigo a história de Candinho ser filho de Dionísio, ela se senta com Chico para conversar com ele sobre. Ela se senta e diz: “Pai, o senhor sempre foi muito amigo da dona Veridiana, não é? Ela comentou, quando esteve aqui com a mãe do Candinho, que contou com o senhor a vida toda”. Chico pergunta: “Ela disse isso é?”. Taís responde: “Disse”. Taís mantem um pouco de silêncio e pergunta: “Então ela não escondeu do senhor o que escondeu da vila inteira? Quem é o pai do Candinho. O senhor então sempre soube quem ele é, né?”. Chico fica impressionado e questiona: “Por que você está me perguntando isso?”. Taís responde: “O Candinho descobriu quem é o pai dele. Ele ouviu uma conversa da mãe com a dona Veridiana e elas falaram do seu Dionísio, e depois confirmaram que ele realmente filho do velho”. Chico se preocupa, quase perde o ar e fala: “Ai meu Deus, o Dionísio não pode saber que o Candinho fez essa descoberta, minha filha. Você não queira saber o que esse homem já fez no passado com Maria Adilha e com o Candinho”.

Taís se enche de curiosidade e medo, então ela pergunta: “Pai, que ele não quis assumir o Candinho como filho para não ter que dividir a herança, eu já entendi. Mas o que ele fez para impedir a Maria Adilha de exigir tudo que do Candinho por direito?”. Chico responde: “Ele ameaçou o menino, ele disse, assim que o Candinho nasceu, que iria tirar a vida do próprio filho, ele disse para a Maria Adilha desaparecer no mundo pra sempre, sem mandar notícias e sem deixar rastros, nada. Ele mandou ela sumir da face da terra e não revelar jamais que ele era o pai, por isso ela sumiu”. Taís questiona: “Mas, pai, tem uma coisa muito mal contada nessa história. Se ela queria tanto proteger avida do Candinho, por que que não fugiu junto com ele?”. Chico responde: “Aí é que está! A condição do Dionísio para não perseguir e não acabar com o menino, era que ela desaparecesse sozinha, sem levar o filho que recém tinha parido. Ele exigiu que o menino ficasse com a avó em Vila dos Ventos, e qualquer ameaça de Maria Adilha, mesmo estando longe, de procurar um advogado para querer reconhecer o seu filho, o Candinho estaria bem aqui para sofrer as consequências”.

Taís se emociona e fala com os olhos cheios de lágrimas: “Meu Deus, pai, o Candinho não merecia ter um pai como esse. Então é por isso que a dona Maria Adilha só foi ver o Candinho agora, mais de vinte anos depois dele nascer”. Chico responde: “Não, filha. Ela encontrou ele antes, o Candinho tinha uns cinco para seis anos, a Maria Adilha estava desesperada, agoniada por não ver os filhos, mas sem coragem de desafiar a ordem daquele demônio. Então eu dei um jeito de”. Chico fica emocionado e para de falar, então Taís pergunta: “Um jeito, pai? Um jeito dela encontrar os filhos escondido, é isso?”. Chico explica: “Eu me arrependo tanto desse dia”. Taís pergunta: “Mas o que aconteceu, pai?”. Chico responde: “Foi nesse dia que Maria Adilha inventou de esconder Candinho em disco voador, esse tal que ele fala tanto. Isso sucedeu um desastre”.

Taís fica mais curiosa com a informação de seu pai, ela questiona: “Desastre? Com disco voador? Está muito difícil de entender essa história”. Chico responde: “É melhor não fuçar muito nisso, minha filha”. Taís implora: “Me conta o que aconteceu no acidente, o que foi que aconteceu?”. Chico fala: “Ele bateu com a cabeça muito forte. Eu tenho pra mim que esse jeito dele, meio lesado, veio daí, no desastre lá no disco voador”. Chico percebe que está falando demais, então ele diz: “Filha, vai dormir que já está tarde”. Taís então obedece seu pai, ela se levanta sem contrariá-lo e vai para o seu quarto.

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