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Império - Cora é CASTIGADA pelo comendador e paga feio por maldades!

Mais uma vez Cora não se segura e bola mais um plano em sua tentativa de trazer a realidade a sobre a paternidade da sobrinha à tona, e dessa vez o álbum com recortes sofre José Alfredo será sua arma para tentar fazê-lo enxergar que Cristina esteve certa e no seu direito em procurá-lo. Durante a noite, a cobra decide sair rumo à Império e leva o álbum junto. Chegando lá, ela sonda o lugar e sorrateiramente entra na empresa sem ser vista. No momento, o Comendador está cuidando de seus afazeres em sua sala. Cora assiste à movimentação dos funcionários indo embora e na primeira oportunidade adentra nas dependências do prédio e segue procurando até dar de frente com a sala de Zé Alfredo.

Veja tudo no vídeo abaixo:

Cora crê que está com sorte, pois nota que a sala do Comendador não se encontra trancada. Ela diz sozinha para si mesma “Amanhã quando você chegar (se referindo ao comendador) vai encontrar uma bela surpresa na sua mesa, mas ela mal imagina que a surpresa é o que ela vai encontrar dentro da sala.

Cora entra na sala e em passos silenciosos acende a luz, mas para a infelicidade da víbora, Zé Alfredo estará deitado dormindo em seu sofá, e acorda no mesmo momento. 

Com cara de quem viu um fantasma, ela fica sem reação e nesse momento o comendador percebe de quem se trata e a chama pelo nome. No mesmo instante a sem vergonha sai correndo dele e solta o álbum no chão, mas ele a persegue aos gritos “O que? Volta! Comé que cê entrou aqui, na minha empresa, oh sua cobra, volte aqui ô, peçonhenta, volta aqui sua megera, hem, não adianta correr não sua sem vergonha, tá tudo trancado aqui ó, eu sei que cê...” e por um momento Zé para e percebe que Cora está dentro de quartinho de serviço, se aproxima vagarosamente da porta dizendo “iii tem cobra aqui, tem cobra aqui que eu sei, e ta deixando o rabo pra fora!” e ele a tranca dentro da sala aos gritos “Vai ficar trancada até de manhã! Até a polícia chegar” e sem saída ela grita de dentro da sala “não, por favor José Alfredo, me tira daqui, me tira daqui José Alfredo” e Zé responde “Pra você é comendador José Alfredo”. Cora, sempre apelativa, solta um “Eu sou cardíaca, em” e o dono do Império fala com gosto “Morre! Morre, desgraçada”.

Cora continua reclamando, pedindo para que a tire dali, pois ela está sufocando. Mas o Comendador diz que ela vai se sufocar com o próprio veneno. 

Para a infelicidade de Cora, mas a alegria de Zé, e a nossa também, é claro! A bateria do celular da megera acaba, e ela esperneia para que a abra a porta, e o Comendador sai rindo, feliz da vida em ter encurralado a peçonhenta. No meio do caminho ele encontra o álbum de recortes e fica mais do que tentado a ler, mas com receio do que verá. Enquanto isso, Cora continua reclamando e até usa a desculpa de seu sobrinho neto, como uma responsabilidade dela, mas nessa hora Zé já foi, e ela continua fazendo escândalo “me tira daqui seu desgraçado, caipira, caipira ignorante, seu bosta de cavalo, isso aqui é cárcere privado, quando eu sair daqui eu vou te denunciar” e a vilã começa a penar! 

No momento, o Comendador, em sua sala, fica frente a frente ao álbum e decide abri-lo, quando se dá conta de que, segundo ele, Eliane sempre soube onde ele estava. Uma pena esse mal-entendido, pois a Dona do álbum e quem sempre manteve a irmã as cegas foi a salafrária da Cora. Ela continua presa, reclamando e falando sozinha que Zé irá permitir que ela morra sufocada lá dentro e depois dirá que não sabia que ela estava lá. A vilã continua aos berros, pedindo para que abram a porta. Ao sair, para fechar com chave de ouro, o Comendador, além de mantê-la presa, apaga a luz, e Cora permanece choramingando e o chamando de monstro “Não me deixa no escuro, seu monstro! Assassino canalha, seu mau caráter, cachorro, filho d’uma égua” e a voz de Cora ecoa até fora do prédio. 

José Alfredo deixa instruções claras ao seu segurança “Vai me xingar, amaldiçoar, rogar praga a noite inteira, que se dane! Se finge de morto, não dá a mínima, faz de conta que não está ouvindo nada. Deixe ela trancada a noite toda! E só me abra aquela porta um tiquinho antes do expediente começar”

Dessa vez ela recebeu o que merecia! Uma noite sozinha presa num quartinho de serviço, no escuro. 

Nos capítulos posteriores Cora acorda, viva, mas ainda trancada, ainda assim comemora que sobreviveu e ri da situação. E quando finalmente é solta ela dá um escândalo daqueles, que com seus berros não tem quem naquela empresa não a ouça. Dá uma surra de tapas no segurança, para até que enfim conseguirem imobilizá-la. Nesse momento, ela fica frente a frente com Maria Marta. Finalmente, terá oportunidade de contar o que deseja, e verá nos olhos da mulher de Zé Alfredo a reação ao ouvir detalhes daquilo que, até então, só Cora sabe. Maria Marta, se aproveitará, pois aqui estamos diante de outra víbora espertíssima, por meio desse contato fará propostas a Cristina, em troca da renúncia do direito pelo Império e José Alfredo acaba descobrindo tudo. 


 


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